Como é ficar em um hostel: Veja como foi minha experiência
Você já teve curiosidade para saber como é ficar em um hostel? Eu sempre tive vontade de experimentar esse tipo de hospedagem, principalmente pela possibilidade de conhecer outras pessoas, economizar na viagem e viver uma experiência diferente de um hotel ou pousada.
Minha primeira vez em um hostel aconteceu quase por acaso, durante uma viagem para Ubatuba, no litoral de São Paulo. Até então, eu tinha várias dúvidas: será que é seguro? Como funciona um quarto compartilhado? E o banheiro? Será que realmente dá para fazer amizades durante a hospedagem?
Por isso, neste post, vou contar como foi a minha experiência em um hostel em Ubatuba e compartilhar o que descobri na prática. Também vou explicar como funciona esse tipo de hospedagem, o que considerar antes de reservar, o que levar e para quem pode valer a pena ficar em um hostel.
Se você também está pensando em experimentar um hostel pela primeira vez, vem comigo descobrir como foi essa experiência!

Minha primeira experiência em um hostel em Ubatuba
Minha primeira experiência em um hostel aconteceu durante uma viagem rápida para Ubatuba, no litoral de São Paulo. A viagem surgiu de última hora e, além de procurar uma boa localização, queríamos encontrar uma hospedagem que tivesse um preço mais acessível.
Foi assim que decidimos experimentar um hostel, o Casa Alma Zen. Até então, eu nunca tinha ficado em um quarto compartilhado e tinha várias dúvidas sobre como funcionava esse tipo de hospedagem e como seria dividir os espaços com outros viajantes.
Na hora de escolher, levamos em consideração a localização e as avaliações de quem já tinha se hospedado no local. E, depois de fazer a reserva, finalmente chegou o momento de descobrir na prática como é ficar em um hostel.
Veja mais opções de hostel em Ubatuba
Entrando no hostel
Ao chegarmos perto do endereço onde ficava o hostel, demoramos um pouco para localizá-lo, pois é um portão que fica entre uma loja de utensílios e um bistrô.
Mas, depois que encontramos, entendi o porquê dele ser tão discreto. Ué, porque Dre?
Simplesmente porque depois que você abre o portão se depara com uma surpresa super agradável, um espaço cheio de plantas, com uma energia super leve. Parecia um túnel de fantasias. Claro! Todo esse suspense para ter a surpresa de dar de cara com um lugar lindo!


Como é o atendimento em um hostel?
Uma das minhas dúvidas antes de me hospedar pela primeira vez era justamente como seria o atendimento. Eu imaginava que, por ser uma hospedagem mais simples e com uma proposta diferente de hotéis e pousadas, o atendimento também seria muito diferente.
Mas, na prática, não foi bem assim. No hostel em que fiquei em Ubatuba, fomos recebidas na chegada e tivemos as orientações necessárias sobre a hospedagem, os espaços compartilhados e as regras do local. O atendimento foi bem tranquilo e não deixou nada a desejar em relação a outras experiências que eu já tinha tido em hospedagens tradicionais.
Uma coisa que percebi é que o atendimento pode variar bastante de um hostel para outro. Alguns têm recepção funcionando durante boa parte do dia, enquanto outros podem trabalhar com horários específicos ou até mesmo check-in mais independente. Por isso, antes de fazer a reserva, vale conferir como funciona o atendimento e o check-in do hostel escolhido.
No nosso caso, essa primeira impressão já ajudou a deixar a experiência mais confortável e mostrou que ficar em um hostel não significa abrir mão de um bom atendimento.
Mas o que exatamente é um hostel?
Mas, afinal, o que exatamente é um hostel? De forma simples, é um tipo de hospedagem que costuma ter quartos compartilhados e áreas de convivência, criando uma experiência diferente de hotéis e pousadas tradicionais. Mas não pense que todo hostel é igual: existem opções com quartos compartilhados, quartos privativos, banheiros compartilhados ou privativos e diferentes tipos de estrutura.
Na minha primeira experiência, fiquei na Casa Alma Zen, em Ubatuba, que oferecia tanto quartos compartilhados quanto privados. Nós escolhemos o quarto compartilhado com 6 triliches. Sim, cabia gente pra caramba!
Além da hospedagem, o local também disponibilizava café da manhã. Os banheiros eram compartilhados e havia uma área de convivência próxima à cozinha, que ficava no quintal. Também tinha um espaço onde os hóspedes podiam assistir TV, usar o notebook e simplesmente ficar de boa depois de um dia de praia e passeios.
Na época da minha viagem, em 2020, o valor da diária foi de R$ 100 por pessoa. Hoje, é importante lembrar que os preços podem mudar bastante de acordo com o destino, época do ano, estrutura e tipo de quarto escolhido.
Uma das principais características de um hostel é justamente a possibilidade de compartilhar espaços com outros viajantes. No meu caso, dividir o quarto e o banheiro fazia parte da experiência. Para quem não tem problema com isso, pode ser uma maneira de economizar na hospedagem e, de quebra, ter mais oportunidades de conhecer pessoas durante a viagem.
E uma coisa importante: não significa que você necessariamente vai precisar cozinhar sua própria comida. Alguns hostels possuem cozinha compartilhada, mas você pode escolher onde e como fazer suas refeições. O mesmo vale para os quartos: se você prefere mais privacidade, existem hostels que oferecem quartos privativos.
Ou seja, antes de reservar, vale conferir exatamente o que o hostel oferece. Quantas pessoas dividem o quarto? O banheiro é compartilhado? Tem cozinha? Café da manhã? Armário ou locker? Existem quartos privativos? Essas informações fazem toda a diferença para saber se aquela hospedagem combina com o seu estilo de viagem.
No meu caso, essa primeira experiência foi uma ótima oportunidade para descobrir que ficar em um hostel vai muito além de simplesmente procurar uma hospedagem mais barata. Existe toda uma experiência de convivência e compartilhamento que eu só consegui entender depois de vivê-la na prática.
É um lugar de fazer amizades
É um lugar que você vai poder fazer muitas amizades e trocar muitas experiências com pessoas de vários lugares desse mundão de Deus e isso é DEMAIS!
Uma das coisas que mais me chamou a atenção na experiência de ficar em um hostel foi justamente a possibilidade de conhecer outras pessoas. Como existem áreas compartilhadas e você acaba convivendo com outros hóspedes, é muito mais fácil cruzar com viajantes que estão fazendo uma viagem parecida com a sua.
Na Casa Alma Zen, em Ubatuba, isso acontecia naturalmente. Como ficamos em um quarto compartilhado, além de dividirmos o espaço, também circulávamos pelas áreas comuns do hostel, como a cozinha e o espaço de convivência. Era aquele tipo de ambiente em que você acaba encontrando outras pessoas, trocando uma ideia e descobrindo histórias e dicas de viagem.

Para quem viaja sozinho, essa pode ser uma experiência ainda mais interessante. Um hostel pode ser uma boa oportunidade para conversar com outros viajantes, encontrar companhia para algum passeio ou simplesmente não se sentir tão sozinho durante a viagem. E você não precisa ser a pessoa mais extrovertida do mundo para isso acontecer: muitas vezes, uma conversa começa de forma bem espontânea.
No meu caso, essa foi uma das partes que me fez enxergar o hostel de uma maneira diferente. Eu tinha a ideia de que seria apenas uma forma de economizar na hospedagem, mas percebi que a convivência também fazia parte da experiência.
Claro que cada hostel tem um perfil diferente. Alguns são mais tranquilos, enquanto outros têm uma proposta mais social, com áreas de convivência, eventos e atividades para os hóspedes. Por isso, se a sua intenção é conhecer pessoas, vale pesquisar as avaliações e entender qual é o estilo do hostel antes de reservar.
E, se você estiver viajando sozinha, não descarte essa opção só porque nunca ficou em um quarto compartilhado. Para mim, experimentar um hostel pela primeira vez foi justamente uma forma de sair um pouco da zona de conforto e descobrir uma maneira diferente de viajar.
Mas e ai, será que é seguro?
Essa foi uma das primeiras perguntas que passaram pela minha cabeça quando decidi ficar em um hostel pela primeira vez. Afinal, dividir um quarto com pessoas que você não conhece pode causar um pouco de insegurança, principalmente quando você está acostumada a ficar em hotéis ou pousadas.
Na minha experiência na Casa Alma Zen, em Ubatuba, não tive nenhum problema. Nós ficamos em um quarto compartilhado com outras pessoas e, durante a estadia, levávamos nossos pertences normalmente. O ambiente me passou uma sensação tranquila e, naquele momento, me senti segura com a experiência.
Mas é importante lembrar que essa foi a minha experiência em um hostel específico. Não dá para dizer que todo hostel é seguro ou que todos funcionam da mesma maneira. Assim como acontece com qualquer hospedagem, é importante pesquisar antes de reservar.
Uma das coisas que você pode observar são as avaliações de outros hóspedes. Comentários recentes podem ajudar a entender como é a experiência no local, principalmente em relação à limpeza, atendimento, localização e segurança. Também vale conferir se o hostel possui lockers ou armários individuais para guardar seus pertences e se oferece algum tipo de controle de acesso.
Se você estiver viajando sozinha, também pode escolher um quarto feminino quando essa opção estiver disponível. E, independentemente do tipo de quarto, vale manter documentos, dinheiro, eletrônicos e outros objetos importantes bem guardados.
Outra dica simples é levar um cadeado, caso o hostel disponibilize armários que precisem ser trancados. Parece um detalhe pequeno, mas pode deixar você muito mais tranquila durante a hospedagem.
Então, hostel é seguro? Pode ser uma hospedagem segura, mas é importante escolher bem onde ficar e tomar os mesmos cuidados que você teria em qualquer outra viagem. Pesquise as avaliações, confira a estrutura oferecida e escolha uma hospedagem que faça você se sentir confortável.
No meu caso, o receio que eu tinha antes da viagem acabou sendo bem maior do que o problema que encontrei na prática. Foi uma experiência tranquila e que me deixou muito mais aberta à ideia de me hospedar em hostels novamente.
E quem fica em hostel?
Se você nunca ficou em um hostel, talvez também tenha essa dúvida: afinal, quem costuma se hospedar nesse tipo de lugar? Antes da minha primeira experiência, eu tinha a impressão de que os hostels eram frequentados principalmente por jovens mochileiros que estavam viajando com a mochila nas costas e conhecendo vários lugares.
Mas, na prática, a experiência pode ser bem mais diversa. Em um hostel, você pode encontrar pessoas viajando sozinhas, casais, grupos de amigos e viajantes de diferentes idades e nacionalidades. O perfil dos hóspedes também muda bastante de acordo com o destino, a época do ano e a proposta de cada hospedagem.
Na Casa Alma Zen, em Ubatuba, a experiência de compartilhar o quarto e as áreas comuns acabou mostrando justamente isso. Estávamos dividindo espaço com outras pessoas que também estavam viajando, cada uma com seu motivo e seu jeito de aproveitar a viagem.
Por isso, não acho que exista um “perfil certo” para ficar em hostel. Você pode escolher esse tipo de hospedagem porque quer economizar, porque está viajando sozinha e gostaria de conhecer outras pessoas ou simplesmente porque tem curiosidade de viver uma experiência diferente.
Para quem viaja sozinho, inclusive, um hostel pode ser uma alternativa interessante. As áreas de convivência facilitam o contato com outros viajantes e podem tornar mais fácil encontrar companhia para conversar ou até combinar algum passeio. Mas, se você prefere mais privacidade, também existem hostels com quartos privativos.
No fim das contas, mais importante do que pensar em quem costuma ficar em hostel é entender se a proposta daquela hospedagem combina com o seu estilo de viagem. E isso você consegue descobrir pesquisando as fotos, avaliações, estrutura e regras do local antes de fazer a reserva.
Conheça os diferentes tipos de hospedagens e suas características
Mas como saber se é de confiança?
Depois de decidir que quer experimentar um hostel, vem outra dúvida importante: como escolher um lugar de confiança? Na minha opinião, não basta olhar apenas para o preço da diária. Antes de fazer a reserva, vale pesquisar um pouco para entender como é a hospedagem e o que outros viajantes acharam da experiência.
Na época da minha viagem para Ubatuba, procurei informações sobre a Casa Alma Zen antes de fazer a reserva e também levei em consideração a localização e as avaliações de outros hóspedes. Isso me ajudou a ter uma ideia melhor do que encontraria quando chegasse.
Hoje, antes de reservar um hostel, eu também prestaria atenção a alguns detalhes:
- Avaliações recentes: veja o que outros hóspedes estão comentando sobre limpeza, atendimento, localização e segurança.
- Fotos da hospedagem: observe os quartos, banheiros e áreas comuns para saber se a estrutura combina com o que você procura.
- Localização: confira se o hostel fica em uma região que faz sentido para o seu roteiro e se existem mercados, restaurantes, transporte ou atrações por perto.
- Tipo de quarto: confirme quantas pessoas dividem o quarto e se existem opções de quarto privativo ou feminino, caso isso seja importante para você.
- Banheiro: veja se é compartilhado ou privativo e quantos banheiros estão disponíveis.
- Lockers ou armários: se você pretende ficar em quarto compartilhado, ter um espaço individual para guardar seus pertences pode fazer bastante diferença.
- Regras da hospedagem: confira informações sobre horários, silêncio, check-in, check-out e uso das áreas comuns.
Também vale pesquisar em plataformas de reserva e comparar as informações apresentadas com as avaliações e fotos disponíveis. Quanto mais você souber sobre o hostel antes de reservar, menores são as chances de chegar ao destino e descobrir que a hospedagem não combina com o que você esperava.
No meu caso, a Casa Alma Zen acabou correspondendo ao que eu procurava naquela viagem. E acho que essa é a melhor forma de escolher um hostel: não procurar simplesmente o mais barato, mas aquele que oferece uma estrutura e uma experiência que façam sentido para você.
Os três lugares mais confiáveis de procurar são booking.com, o hostelword que seleciona os melhores e o Hostelling International, onde você pode pagar um plano anual e ganhar descontos em vários hostels do mundo.
E o que levar?
Na Casa Alma Zen, tivemos que levar roupa de cama, toalha e produtos de higiene pessoal. Portanto, organize sua mala de acordo com o destino como roupas, calçados e etc, mas inclua também esses adicionais abaixo:
☐ Toalha
☐ Cadeado
☐ Chinelo
☐ Produtos de higiene
☐ Roupa de cama, se não estiver incluída
☐ Máscara de dormir
☐ Tampões de ouvido
☐ Carregador/power bank
Dica da Dre: Leve também um chinelo para tomar banho, um cobertor para não passar frio e muita camaradagem para lidar com pessoas e culturas diferentes. Às vezes, você pode se deparar com alguém abrindo a porta do seu banheiro enquanto estiver tomando banho porque você não fechou a porta direito. Rsrs… Leve na brincadeira e esteja aberto a novos olhares. Esse é o grande barato de se hospedar em um hostel!
Perguntas frequentes sobre ficar em hostel
1. Como é ficar em um hostel?
Ficar em um hostel costuma ser uma experiência diferente de se hospedar em um hotel ou pousada, principalmente pela possibilidade de compartilhar quartos e áreas comuns com outros viajantes. Existem hostels com quartos compartilhados e também opções de quartos privativos, então a experiência pode variar bastante de acordo com a hospedagem escolhida.
2. É seguro ficar em um hostel?
Sim, ficar em um hostel pode ser uma experiência segura, mas é importante escolher bem a hospedagem e tomar alguns cuidados. Antes de reservar, confira as avaliações recentes, a localização, a estrutura do local e se existem lockers ou armários para guardar seus pertences. Também vale verificar as regras e o funcionamento do hostel.
3. Hostel tem quarto compartilhado?
Muitos hostels oferecem quartos compartilhados, que podem ter diferentes quantidades de camas. Porém, não é uma regra: também existem hostels com quartos privativos. Antes de reservar, confira quantas pessoas ficam no quarto e quais opções de acomodação estão disponíveis.
4. O banheiro do hostel é compartilhado?
Depende do hostel e do tipo de quarto escolhido. Alguns possuem banheiros compartilhados, enquanto outros oferecem banheiros privativos. Essa informação normalmente aparece na descrição da acomodação e deve ser conferida antes da reserva.
5. Vale a pena ficar em um hostel viajando sozinho?
Pode valer a pena, principalmente para quem gosta de conhecer pessoas e ter contato com outros viajantes. As áreas de convivência podem facilitar novas amizades e até proporcionar companhia para passeios. Se você prefere mais privacidade, também pode procurar um hostel que ofereça quartos privativos.
6. O que levar para ficar em um hostel?
Alguns itens podem facilitar bastante a experiência, como chinelo para usar no banheiro, cadeado para o locker, produtos de higiene pessoal e, dependendo da hospedagem, toalha e roupa de cama. Antes da viagem, confira o que está incluído na diária para não levar coisas desnecessárias.
Afinal, vale a pena ficar em um hostel?
Depois dessa primeira experiência, posso dizer que gostei bastante de ficar em um hostel. Antes de viajar, eu tinha algumas dúvidas sobre como seria dividir o quarto, o banheiro e os espaços comuns com pessoas que eu não conhecia. Mas, na prática, percebi que a experiência foi muito mais tranquila do que eu imaginava.
Na Casa Alma Zen, em Ubatuba, conseguimos economizar na hospedagem e, ao mesmo tempo, tivemos contato com outros viajantes e uma estrutura que atendeu bem às nossas necessidades. Para mim, foi uma experiência diferente de ficar em um hotel ou pousada e que me fez enxergar o hostel de outra maneira.
Então, vale a pena ficar em um hostel? Depende do que você procura na sua viagem. Se você quer economizar, não se importa em compartilhar alguns espaços e gosta da possibilidade de conhecer outras pessoas, pode ser uma ótima alternativa de hospedagem. Para quem viaja sozinha, também pode ser uma maneira interessante de ter mais oportunidades de socialização durante a viagem.
Por outro lado, se você faz questão de ter bastante privacidade, silêncio e um espaço só seu, talvez um quarto privativo ou outro tipo de hospedagem combine mais com o seu estilo.
O mais importante é pesquisar antes de reservar e entender exatamente o que o hostel oferece. Confira as avaliações, veja as fotos, descubra como são os quartos e banheiros e escolha uma hospedagem que faça sentido para você.
No meu caso, a primeira experiência foi positiva e acabou sendo uma daquelas situações em que a gente percebe que sair um pouco da zona de conforto pode render boas histórias. E, depois de descobrir como é ficar em um hostel na prática, eu certamente consideraria viver essa experiência novamente em outra viagem.


Eu gosto de ficar em hostel quando viajo sozinha pra conseguir fazer amigos. Quando estou acompanhada prefiro a privacidade de um quarto particular (alguns hostels tem quartos particulares tbm).
Olá Marcella, essa foi minha primeira vez em um hostel e gostei bastante do clima! Nesse hostel também tinha quarto particular, mas já estava lotado ;( . Abraços!
Adoro hostel! Já morei 3 meses em um numa cidadezinha da Itália chamada Bassano del Grappa, baita aprendizado. Eu até prefiro hostel a hotel na maior parte das vezes, pois como vc disse, o pessoal geralmente é mais jovem e divertido, tenho vários amigos exatamente por me hospedar em hostel. Ótimo post!
Que legal Carolina! Deve ter sido uma experiência incrível! Que bom que gostou do post! Um abraço!
Bem legal a sua experiência no hostel! Confesso que nunca me atraiu muito a ideia desse tipo de hospedagem, mas acho que é bacana essa proximidade com os donos, torna a experiência mais pessoal do em um hotel de rede, por exemplo. Muito bem explicado, parabéns!
Oi Mariana. Realmente o que mais gostei desse em especial foi a simpatia e proximidade com os donos! Bem bacana mesmo e dificilmente encontrará em um hotel de rede como você disse! Que bom que gostou! Abraços!
Muito raramente eu fico em hostel. Nunca em quarto compartilhado, jamais com banheiro compartilhado. Gosto e muito de privacidade e sossego, especialmente após um dia inteiro perambulando pelas cidades, absorvendo informações, conversando com as mais diversas pessoas…
Além do mais, como viajo leve, levar roupa de cama, toalhas… nem caberiam em minha bagagem. rsrsrs
Para quem gosta desse tipo de hospedagem, assim como em qualquer outra, vale pesquisar, ler as opiniões de outros viajantes e suas experiências, para ver se o lugar atende. 🙂
Oi Analuiza, entendo perfeitamente seu ponto de vista! Por isso que o tipo de hospedagem, depende muito do que a pessoa esta esperando daquela experiência! Muito obrigada por dividir sua opinião! Abraços!
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